Primeiros movimentos em SF
Bom, prosseguindo entao...
Peguei o carro, um monstro gigantesco (olhando pelo retrovisor interno, ele parecia nao acabar nunca), e parti na direcao de Stanford, para encontrar a Renata. Obvio que antes de vir para ca eu tinha pegado todas as informacoes sobre como chegar na biblioteca de Stanford no Mapquest. E la fui eu, tranquilao, passeando pela auto Estrada ate Stanford.
O cenario muda bastante ate chegar la, partindo de uma cidade envolta em nevoa para um sol animal em Palo Alto, pessoal de conversivel passeando com a capota abaixada e por ai vai.
Alias, uma pequena nota. Eu ja sabia que Palo Alto era um lugar onde a galera e cheia da bunfa, empresas de venture capital em todos os cantos e tal. So que dando uma volta pelo campus, em 15 minutos, eu passei, ou melhor, cruzei com, 1 Ferrari, 4 Porsches e umas 10 BMW Z4… Nada a declarar…
Obviamente as minhas informacoes sobre como chegar na biblioteca nao serviram de quase nada, ja que a rua que eu planejava pegar esta fechada para obras e Stanford parece a Tijuca, perdeu uma entrada amigo, dancou, porque nao existe quarteirao para dar a volta… Depois de temporariamente nao ter exata certeza de onde eu estava, encontrei a Renata e pronto.
Larguei 35 quilos de bagagem com ela, fomos comer. Estava tudo pronto para irmos em um restaurante, mas no caminho passamos pelo Arby’s e nao resisti, levei a Renata para comer rosbife…
Com a barriga cheia, deixei a Renata na biblioteca de volta e tomei o rumo de SF.
Como o dono da casa onde eu vou ficar nao chegaria em casa ate umas 1800 (eram 1430), resolvi dar uma volta pela cidade. Passei na frente da casa do cara (bonitinha, perto de um parque), passei no college onde eu vou estudar, fui ate o mar (sempre maneiro ver um oceano diferente) e comecei a sentir um pouco de cansaco (nao dormia de verdade ha mais de 24 horas), entao voltei para o aeroporto, devolvi o carro e fui tentar trocar meus travelers checks (ja que o Banco Central nao tinha dolar para vender em especie). O bom e que dessa vez descolei um carrinho solto no estacionamento e economizei 3 dolares… nao e nada, nao e nada, nao e nada mesmo…
Nunca mais comprarei esta bosta… Um saco, ninguem troca, tem limite para trocar, tem que assinar um por um… Diacho… Consegui trocar so 300 doletas e desisti.
Liguei para casa, falei com a familia e fui procurar um lugar para deitar e descansar.
Como nao estava a fim de mandar uma de mendigo, nao deu para deitar. Sentei todo esparramado, terei o tennis, coloquei os pes em cima da minha mala gigantesca e voltei ao iPod (nao estou em condicoes de ler nada).
Quando deu 1830 liguei para o cara, ele estava em casa e parti.
Resolvi pegar um taxi, apesar do BART (Bay Area Rapid Transit) parar pertinho, nao estava a fim de carregar 40 quilos pela rua, entao peguei um taxi. Aparentemente, em todos os lugares do mundo os taxistas sao a escoria da humanidade. O cara que apareceu para me buscar (ponto de taxi, era so o que me faltava) era todo torto (me lembrou a minha situacao saindo da minha poltrona no voo para SF), quase morreu quando ele achou que eu estava de sacanagem quando disse que a mala estava pesada (eu ia rir muito se o cara tivesse vacado ao pegar a mala) e saiu do ponto a mil. Antes de sairmos do aeroporto ele ja estava a 70 (milhas). Limite de velocidade no local? 25… Maravilha.
Rapidamente (obvio) cheguei em casa e depois de levar a mala para cima da escada (uns 20 degraus apenas), toquei a campainha e cheguei em casa, finalmente.
Tempo total de viagem ate o destino final: 29 horas e 45 minutos… Meu estado era lamentavel…
Peguei o carro, um monstro gigantesco (olhando pelo retrovisor interno, ele parecia nao acabar nunca), e parti na direcao de Stanford, para encontrar a Renata. Obvio que antes de vir para ca eu tinha pegado todas as informacoes sobre como chegar na biblioteca de Stanford no Mapquest. E la fui eu, tranquilao, passeando pela auto Estrada ate Stanford.
O cenario muda bastante ate chegar la, partindo de uma cidade envolta em nevoa para um sol animal em Palo Alto, pessoal de conversivel passeando com a capota abaixada e por ai vai.
Alias, uma pequena nota. Eu ja sabia que Palo Alto era um lugar onde a galera e cheia da bunfa, empresas de venture capital em todos os cantos e tal. So que dando uma volta pelo campus, em 15 minutos, eu passei, ou melhor, cruzei com, 1 Ferrari, 4 Porsches e umas 10 BMW Z4… Nada a declarar…
Obviamente as minhas informacoes sobre como chegar na biblioteca nao serviram de quase nada, ja que a rua que eu planejava pegar esta fechada para obras e Stanford parece a Tijuca, perdeu uma entrada amigo, dancou, porque nao existe quarteirao para dar a volta… Depois de temporariamente nao ter exata certeza de onde eu estava, encontrei a Renata e pronto.
Larguei 35 quilos de bagagem com ela, fomos comer. Estava tudo pronto para irmos em um restaurante, mas no caminho passamos pelo Arby’s e nao resisti, levei a Renata para comer rosbife…
Com a barriga cheia, deixei a Renata na biblioteca de volta e tomei o rumo de SF.
Como o dono da casa onde eu vou ficar nao chegaria em casa ate umas 1800 (eram 1430), resolvi dar uma volta pela cidade. Passei na frente da casa do cara (bonitinha, perto de um parque), passei no college onde eu vou estudar, fui ate o mar (sempre maneiro ver um oceano diferente) e comecei a sentir um pouco de cansaco (nao dormia de verdade ha mais de 24 horas), entao voltei para o aeroporto, devolvi o carro e fui tentar trocar meus travelers checks (ja que o Banco Central nao tinha dolar para vender em especie). O bom e que dessa vez descolei um carrinho solto no estacionamento e economizei 3 dolares… nao e nada, nao e nada, nao e nada mesmo…
Nunca mais comprarei esta bosta… Um saco, ninguem troca, tem limite para trocar, tem que assinar um por um… Diacho… Consegui trocar so 300 doletas e desisti.
Liguei para casa, falei com a familia e fui procurar um lugar para deitar e descansar.
Como nao estava a fim de mandar uma de mendigo, nao deu para deitar. Sentei todo esparramado, terei o tennis, coloquei os pes em cima da minha mala gigantesca e voltei ao iPod (nao estou em condicoes de ler nada).
Quando deu 1830 liguei para o cara, ele estava em casa e parti.
Resolvi pegar um taxi, apesar do BART (Bay Area Rapid Transit) parar pertinho, nao estava a fim de carregar 40 quilos pela rua, entao peguei um taxi. Aparentemente, em todos os lugares do mundo os taxistas sao a escoria da humanidade. O cara que apareceu para me buscar (ponto de taxi, era so o que me faltava) era todo torto (me lembrou a minha situacao saindo da minha poltrona no voo para SF), quase morreu quando ele achou que eu estava de sacanagem quando disse que a mala estava pesada (eu ia rir muito se o cara tivesse vacado ao pegar a mala) e saiu do ponto a mil. Antes de sairmos do aeroporto ele ja estava a 70 (milhas). Limite de velocidade no local? 25… Maravilha.
Rapidamente (obvio) cheguei em casa e depois de levar a mala para cima da escada (uns 20 degraus apenas), toquei a campainha e cheguei em casa, finalmente.
Tempo total de viagem ate o destino final: 29 horas e 45 minutos… Meu estado era lamentavel…



1 Comments:
Burrão. Você pode ir em qualquer banco comercial (além de casas de câmbio, etc.) e comprar dinheiro em espécie (até o limite de R$10mil). Não precisa nem justificar nada...
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